Album: The Secret Life of... (2005)
Artista: The Veronicas ( Jessica Origliasso e Lisa Origliasso )
Gênero: Pop Rock
Gravadora: London Records
Tracklist:
1 - 4ever 3:30
2 - Everything I'm Not 3:24
3 - When it All Falls Apart 3:15
4 - Revolution 3:07
5 - Secret 3:34
6 - Mouth Shut 3:39
7 - Leave Me Alone 3:31
8 - Speechless 3:58
9 - Heavily Broken 4:17
10 - I Could Get Used to This 3:16
11 - Nobody Wins 3:53
12 - Mother Mother 3:07
Estava na hora de um pop mais moderno por aqui. Embora eu não seja muito sintonizado no mundo do pop recente, reconheço que há trabalhos interessantes que sempre surgem por ai. Conheci algumas músicas por causa de uns filmes e um pop que particularmente me cativou, por sua criatividade e competência foi a dupla a qual lhes falo.
The Veronicas é um dupla australiana de pop rock formada pelas irmãs gêmeas, musicistas e estilístas, Jessica e Lisa Origliasso. As irmãs se aliaram a Haydem Bells, do Bell Hughes Music Group que as instruiu e as treinou para o mundo musical. Estudando com produtores que trabalham até mesmo com Madonna. Além da música, as irmãs se tornaram populares por fazerem parte de entidades de proteção a animais e direitos artísticos.
O primeiro disco das irmãs, The Secret Life of..., foi um estouro e muito bem recebido pela industria australiana. Chegando as primeiras colocações do ARIA Charts (uma espécie de Billboard australiana) e permanecendo entre os top 40 por vários meses. O disco traz um pop bem trabalhado com um rock n' roll mais rítmico e bons arranjos. Os temas são jovens, alternando entre adolescentes e alguns um pouco mais maduros. O som é animado, com algumas poucas faixas melancólicas. Dentre as faixas, 4 se destacaram como singles: "4ever", "Everything I'm Not, "When it all Falls Apart" e "Leave me Alone". Destas recomendo as 3 primeiras como bons exemplos da capacidade das meninas. Além dessas uma faixa bastante curiosa é a última, "Mother, Mother" onde a letra é uma ligação de uma menina, que está vivendo sozinha, para sua mãe, e como a menina diz, é uma ligação para acalmar os nervos apenas. É curioso pois eu moro sozinho em uma republica de estudantes e percebi que as mesmas coisas que ela fala com sua mãe são as coisas que falo com a minha, sem a parte onde a menina diz estar passando apertos. Realmente uma música criativa.
Um bom som moderno, prova de que nem tudo que está surgindo na industria da música é fraco. Espero que gostem.
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domingo, 11 de março de 2012
domingo, 6 de novembro de 2011
Please Welcome On the Stage...
Album: Slash Ft. Myles Kennedy (2010)Artista: Slash (Guitarras [Ex-Guns n' Roses e Velvet Revolver]) e Myles Kennedy (Vocais [Alter Bridge])
Gravadora: EMI
Gênero: Hard Rock
Local do Show: Melbourne, Australia
Track List:
1 - Ghost 4:35
2 - Mean Bone 4:05
3 - Nighttrain 5:12
4 - Sucker Train Blues 5:49
5 - Back From Cali 4:23
6 - Beggars & Hangers-On 6:44
7 - Civil War 8:33
8 - Rocket Queen 6:15
9 - Fall to Pieces 4:57
10 - Dirty Little Thing 4:05
11 - Nothing to Say 7:10
12 - Starlight 6:05
13 - Watch This 4:04
14 - Guitar Solo, Godfather Theme 11:52
15 - Sweet Child O' Mine 6:34
16 - Rise Today 4:32
17 - Slither 8:48
18 - By the Sword 6:19
19 - Paradise City 9:24
Um, é o lendário guitarrista da época de ouro do Guns n' Roses, idolatrado e considerado por muitos (e talvez seja mesmo) o melhor guitarrista da geração atual. Saul "Slash" Hudson após deixar de vez o Guns n' Roses, se aventurou com bandas como Velvet Revolver e desenvolveu vários trabalhos e projetos junto a grandes nome da música internacional. Sem nunca ter deixado o topo do cenário musical, o guitarrista hoje em dia vive na estrada com gigantes, tendo participado em shows de bandas como Ac/Dc e Ozzy Osbourne.

O outro é o vocalista da banda de rock, Alter Bridge. Myles Richard Kennedy é um vocalista e guitarrista, que se estabeleceu como professor de guitarra e depois foi chamado a participar de bandas como o Cosmic Dust e o The Mayfield Four, e trabalhos, incluindo uma participação com membros do Led Zeppelin.

Em 2010, Slash iniciou seu próprio projeto solo entitulado "Slash" e se pos em tour com Kennedy, e mais um time de super-estrelas do rock. A tour que se estende de 2010 até 2011 envolve um set com músicas da carreira de Slash e clássicos das bandas que Slash passou, inclusive clássicos do Guns n' Roses.
O jeito descolado de tocar de Slash, com uma dinâmica envolvente e um fraseado pesado mais ao mesmo tempo funkeado é um prato cheio para o vocal bem rock n' roll e original de Kennedy. E o rock n' roll que é feito aqui é dos mais finos, começando com as embaladas "Ghost" e "Mean Bone". Após isso Kennedy convida a galera a dar uma passeada pelos clássicos do Guns com a pancada "Nightrain", já deixando muito bem claro que nunca precisou, nem nunca precisará imitar Axl Rose nenhum. Kennedy também da um show em "Civil War" (mesmo carecendo da habilidade do assubio) e entre outros hits do Guns como "Rocket Queen", "Sweet Child O' Mine" e "Paradise City".
Slash também deixa claro que seu sucesso não se basea só no que ele trouxe de espólios do Guns n' Roses. Com um som muito original e cheio de virtuosidade as faixas solo de Slash são outro atrativo desde fascinante Ao Vivo. "Sucker Train Blues" (um blues bem sujo), "Back From Cali" e "Dirty Little Thing" (com um pé no punk) são exemplos das mais pesadas e rock n' roll do trabalho do guitarrista. Há também boas baladas como "Starlight".
Um das melhores coisas que ouvi esse ano, e um exemplo de rock n' roll. Uma união que criou um som dos mais respeitosos da atualidade.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Sometimes You....
Galera, durante um tempo talvez eu não consiga postar todo domingo, mas no mínimo conseguirei postar toda semana.
Album: Kick (1987)
Artista: INXS (Michael Huchence [Vocal], Garry Gary Beers [Baixo], Jon Farriss [Bateria], Tim Farriss [Guitarra], Andrew Farriss [Guitarra, Teclados], Kirk Pengilli [Guitarra, Sax, Vocal])
Gravadora: Atlantic Records
Gênero: Pop Rock, New Wave
Track List:
1 - Guns in the Sky 2:21
2 - New Sensation 3:39
3 - Devil Inside 5:14
4 - Need You Tonight 3:01
5 - Mediate 2:36
6 - The Loved One 3:37
7 - Wild Life 3:10
8 - Never Tear Us Apart 3:05
9 - Mystify 3:17
10 - Kick 3:14
11 - Calling All Nations 3:02
12 - Tiny Daggers 3:29
Recentemente comecei a ler o livro 1001 Discos Para Se Ouvir Antes de Morrer. Realmente é um livro fabuloso, cheio de histórias de bastidores intrigantes que só mesmo os grandes produtores e colunista da indústria da música poderiam conhecer. A lista de discos também está muito legal, e obviamente em meio a 1001 itens, é impossivel que todos ali agradem a todas as pessoas. Contudo isso não muda o fato que a listagem está muito legal e abrangente. Agora independente disso, me senti incomodado (pra não dizer revoltado) de não ver na listagem, a obra a qual lhes falo hoje, Kick.
O INXS (In Excess), que já lhes falei aqui, é uma banda australiana do fim da década de 70. Com um som bem pop, mais pra New Wave, mas nunca desapegado do Rock, o INXS foi uma banda de enorme destaque na década de 80 e ainda hoje se mantém como um som de respeito. Montada pelos irmão Farriss, em 1997 teve sua alteração mais marcante com a morte do vocalista Michael Huchence (para mais sobre a historia do INXS e a historia da morte de Huchence, vejam meu primeiro post sobre a banda clicando neste link "INXS").
Em 1987, o INXS que ja vinha com um acumulo de notoriedade, nos apresentou Kick. Da primeira vez, que ouvi este album me senti realmente levando um chute. Ele foi capaz de mudar minha concepção sobre o que o pop significa e qual foi o tamanho do impacto da cena New Wave.
Quando a banda pensou em Kick, a idéia era "um album aonde coubesse todos os singles " (Kirk Pengilly). Quando a gravadora ouviu da primeira vez, odiou. Alegou que o album nunca alcançaria vendagem e nem as rádios. Quando o album foi lançado mesmo assim, colocou 4 singles em primeiro lugar na Top 10 dos EUA (New Sensation, Devil Inside, Never Tear us Apart e Need You Tonight), alcançou primeiro lugar na Billboard australiana, terceiro na americana, nono na inglesa e décimo quinto na austríaca.
Com uma sonoridade cheia de arranjos de fundo misturado a acordes simples e sonóros, Kick é um album de postura do começo ao fim. A primeira faixa Guns in the Sky já nos tráz o clima balada, que o album traz, com acordes viciantes e jogos vocais de grande estilo. New Sensation e Devil Inside e Kick são baladas mais sonoras e rápidas. Todas singles de sucesso no clima balada mais trabalhada e de desenvoltura mais progressiva. Need You Tonight e Mediate já são outro esquema de balada, mais voltado pro lado tranquilo, com um pouco mais de ritmo e levada. Need You Tonight é a faixa romântica que dominou as rádios e virou o maior sucesso da banda. Uma música legal, de bastante arranjo e diversidade. Por último Mystify, Wild Life e Tiny Daggers são cada uma equivalente a uma das três passeadas do album. Mystify é a balada tranquila, porém mais jazzistica. Wild Life é a balada mais atitude, assim como Guns in the Sky e Tiny Daggers é a baladinha rápida, tipo New Sensation. The Loved One é um cover do grupo australiano The Loved Ones.
Quase todo o album está incluido no ao vivo Live Baby Live, sendo que Kick se tornou uma influência definitiva para a música australiana. Um album pronto para te chutar e dar um animo em qualquer um.
Artista: INXS (Michael Huchence [Vocal], Garry Gary Beers [Baixo], Jon Farriss [Bateria], Tim Farriss [Guitarra], Andrew Farriss [Guitarra, Teclados], Kirk Pengilli [Guitarra, Sax, Vocal])
Gravadora: Atlantic Records
Gênero: Pop Rock, New Wave
Track List:
1 - Guns in the Sky 2:21
2 - New Sensation 3:39
3 - Devil Inside 5:14
4 - Need You Tonight 3:01
5 - Mediate 2:36
6 - The Loved One 3:37
7 - Wild Life 3:10
8 - Never Tear Us Apart 3:05
9 - Mystify 3:17
10 - Kick 3:14
11 - Calling All Nations 3:02
12 - Tiny Daggers 3:29
Recentemente comecei a ler o livro 1001 Discos Para Se Ouvir Antes de Morrer. Realmente é um livro fabuloso, cheio de histórias de bastidores intrigantes que só mesmo os grandes produtores e colunista da indústria da música poderiam conhecer. A lista de discos também está muito legal, e obviamente em meio a 1001 itens, é impossivel que todos ali agradem a todas as pessoas. Contudo isso não muda o fato que a listagem está muito legal e abrangente. Agora independente disso, me senti incomodado (pra não dizer revoltado) de não ver na listagem, a obra a qual lhes falo hoje, Kick.
O INXS (In Excess), que já lhes falei aqui, é uma banda australiana do fim da década de 70. Com um som bem pop, mais pra New Wave, mas nunca desapegado do Rock, o INXS foi uma banda de enorme destaque na década de 80 e ainda hoje se mantém como um som de respeito. Montada pelos irmão Farriss, em 1997 teve sua alteração mais marcante com a morte do vocalista Michael Huchence (para mais sobre a historia do INXS e a historia da morte de Huchence, vejam meu primeiro post sobre a banda clicando neste link "INXS").
Em 1987, o INXS que ja vinha com um acumulo de notoriedade, nos apresentou Kick. Da primeira vez, que ouvi este album me senti realmente levando um chute. Ele foi capaz de mudar minha concepção sobre o que o pop significa e qual foi o tamanho do impacto da cena New Wave.
Quando a banda pensou em Kick, a idéia era "um album aonde coubesse todos os singles " (Kirk Pengilly). Quando a gravadora ouviu da primeira vez, odiou. Alegou que o album nunca alcançaria vendagem e nem as rádios. Quando o album foi lançado mesmo assim, colocou 4 singles em primeiro lugar na Top 10 dos EUA (New Sensation, Devil Inside, Never Tear us Apart e Need You Tonight), alcançou primeiro lugar na Billboard australiana, terceiro na americana, nono na inglesa e décimo quinto na austríaca.
Com uma sonoridade cheia de arranjos de fundo misturado a acordes simples e sonóros, Kick é um album de postura do começo ao fim. A primeira faixa Guns in the Sky já nos tráz o clima balada, que o album traz, com acordes viciantes e jogos vocais de grande estilo. New Sensation e Devil Inside e Kick são baladas mais sonoras e rápidas. Todas singles de sucesso no clima balada mais trabalhada e de desenvoltura mais progressiva. Need You Tonight e Mediate já são outro esquema de balada, mais voltado pro lado tranquilo, com um pouco mais de ritmo e levada. Need You Tonight é a faixa romântica que dominou as rádios e virou o maior sucesso da banda. Uma música legal, de bastante arranjo e diversidade. Por último Mystify, Wild Life e Tiny Daggers são cada uma equivalente a uma das três passeadas do album. Mystify é a balada tranquila, porém mais jazzistica. Wild Life é a balada mais atitude, assim como Guns in the Sky e Tiny Daggers é a baladinha rápida, tipo New Sensation. The Loved One é um cover do grupo australiano The Loved Ones.
Quase todo o album está incluido no ao vivo Live Baby Live, sendo que Kick se tornou uma influência definitiva para a música australiana. Um album pronto para te chutar e dar um animo em qualquer um.
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sexta-feira, 24 de junho de 2011
Rock em Alta Voltagem
Album: High Voltage (1975)Autor: AC/DC ( Bon Scott [vocal], Angus Young [guitarra], Malcolm Young [guitarra], Mark Evans [baixo e backing-vocal], Phil Rudd [bateria])
Gravadora: Albert Productions
Gênero: Rock
Track List:
1 - Baby, Please Don´t Go 4:52
2 - She´s Got Balls 4:52
3 - Little Lover 5:39
4 - Stick Around 4:42
5 - Soul Stripper 6:27
6 - You Ain´t Got a Hold on Me 3:35
7 - Love Song 5:11
8 - Show Business 4:46
Formada em 1973, pelos irmãos Angus e Malcolm Young, a banda australiana AC/DC é consagrada devido a seus vários álbuns lançados que fizeram e fazem sucesso há várias gerações. Nascidos em Glasgow, com 4 filhos, a familia se mudou para Sidney, e um irmão Young, chamado George, começou a aprender guitarra, o que inspirou os outros dois.
O nome da banda veio após os irmãos verem a sigla AC/DC atrás de uma máquina de costura da irmã mais velha, Margareth Young. O nome para eles simbolizava energia e o amor pela música. Em 1975, após várias adaptações, a banda conseguiu lançar seu primeiro álbum,‘’High Voltage’’, em 1980 após a morte de Bon Scott o primeiro vocal da banda, Brian Johnson assume o seu posto e permanece nele até hoje.
High Voltage veio em 1975, e foi gravado em apenas 10 dias. Após esse tempo a banda ja havia estabelecido sua formação e a banda logo seguiu para a gravação de mais singles. Em 1976 o album foi relançado em conjunto de seu sucessor, T.N.T. , porém apenas duas músicas de High Voltage compunham a compilação. A vendagem foi de mais de 3 milhões de cópias e High Voltage teve relançamento em versão internacional. A banda após isso foi muito reconhecida e se destacou por abrir shows de bandas como Black Sabbath, Aerosmith, Kiss, Styr e Blue Oyster Cult.

Sobre as músicas, eu ja ouço a muito falar que AC/DC é uma banda que nunca se reinventa. Eles se manteram os mesmos e pode se esperar coisa parecida de qualquer novo album. Eu não diria exatamente assim, o que eu diria é que a banda encontrou uma formula de sucesso que até hoje faz os caras serem amados. Em geral, as músicas acontecem dentro de uma mesma métrica e clima. Mas mesmo assim é possivel encontrar muita variação dentro da sonoridade criada pela banda.
Em High Voltage, o momento do rock n´ roll ainda era muito influenciado pelo blues. E é possivel observar essa linguagem blues em músicas como Little Lover. Em outras a linguagem rock ja predominava mais e a tendência seguia para o que ficaria conhecido como Hard Rock. É possivel ver esta tendência em faixas como Baby, Please Don´t Go e She´s Got Balls. Em alguns trechos de músicas nota-se também um pouco de intenção country, como em You Ain´t got a Hold on me.
Na maior parte do tempo se tem o clima típico do rock n´ roll. Animação, um jingle meio dançante, e todo o papo sobre atitude, sexo e logicamente, drogas. Embora não se encontre grandes singles do Ac/Dc em High Voltage, o album é genial do começo ao fim. Love Song se apresenta como a música mais diversificada e trabalhada, com aquela letra romântica, com aquela pegada balada, o que não pode faltar em nenhuma grande obra, e também conta com uma introdução em guitarra marcando o grande talento de Angus Young para criar riffs. Estes estão presentes sempre, afinal é quase a marca registrada da banda.
Um album para amantes do rock. Considerado um pouco " lado B ", embora eu acho pecaminoso se refirir a ele assim.

19 de Fevereiro de 1980, considerado um dos dias mais tristes do Rock n´ Roll. Ronald Belford "Bon" Scott morreu por conta de um estado de embriaguez avançado e por ter passado a noite no banco de trás do carro de um amigo. A causa da morte foi dada como hiportermia e sufocamento por conta do vômito e condição de asma do vocalista, mas ainda não é claro qual desses sintomas levou Bon a morte.
Lembrado com carinho por toda a Australia, em 2008 teve uma estátua de bronze erguida em sua homenagem, em Fremantle, mesma cidade onde foi sepultado.

Gostaria de agradecer neste post, a participação, sugestão e reunião de material, sem falar na agradável conversa durante a concepção deste post, da minha querida amiga Nathany Felix, uma amante sincera do rock n´roll e viciada em AC/DC, que também acompanha minhas palavras aqui desde a estréia. Pra ela, um abraço carinhoso e um mão de chifrinhos \---/
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